sábado, 29 de agosto de 2009

Encontro nacional de cicloturismo

Nos dias 5, 6 e 7 de setembro vai acontecer o Oitavo encontro nacional de cicloturismo em Campos do Jordão, SP. O Encontro é promovido todos os anos pelo Clube de Cicloturismo do Brasil e vai realizar inúmeras palestras sobre todos os assuntos relativos ao desenvolvimento do cicloturismo no país. As inscrições podem ser feitas no site do clube (é só clicar aí em cima) até esta segunda-feira dia 31/08/2009.
É uma oportunidade única de se aprimorar nesta forma de turismo, assistir palestras com relatos de aventuras, roteiros interessantes, mecânica da bike e claro, conhecer amantes do cicloturismo em todo o Brasil. O encontro promoverá três pedais pelos circuitos dos belos Campos do Jordão.
O bicicletista está tristíssimo pois estará trabalhando no feriado do dia 07/09 e não poderá comparecer. Mas fica aqui a dica e o desejo de que o encontro seja um sucesso.

EXPERIMENTE!!!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Poluição motorizada

Esta semana o site do G1 está realizando um estudo sobre o trânsito de São Paulo e possíveis soluções. Hoje, sexta, publicaram uma reportagem sobre o tamanho da contribuição dos automóveis para a poluição na cidade e seus efeitos na população. É assustador. Clique aqui para ler. E use bike!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Maracanã de bike: o novo estacionamento


Neste domingo fui de bicicleta para o Maraca! Saí atrasado de casa, no Largo do Machado, às 15h e 28min. O caminho foi tranquilo como sempre. Cheguei ao maracanã pontualmente às 15h e 59min com 8,1km percorridos e fui procurar o portão 13 porque era o endereço do novo estacionamento de bicicletas dentro do estádio . O portão 13 fica na rua Mata Machado quase na esquina com Av. Maracanã.
Chegando lá o vigia do portão me deixou entrar, me informou que eu não precisava pagar nada e indicou onde estava estacionamento, bem juntinho da entrada.
Completamente vazio. O jogo já estava começando no maraca e não havia sequer uma bicicleta para contar a história. Melhor pra mim que deixei minha magrela curtindo uma solidão no imenso estacionamento.

O Jogo... bom este blog é sobre bicicletas e não caberia descrever a dor de assistir meu time jogando pior que pelada de várzea.

No fim da peleja (3X1 Coritiba!), enquanto as pessoas se digladiavam com flanelinhas e um trânsito infernal, eu retirava minha bike do estacionamento, intacta. Nem mesmo a bolsinha de ferramentas e a bomba de encher pneu foram levadas. Estava tudo lá. Continuava a ser a única bicicleta no estacionamento. Botei meu capacete e segui feliz (ok. nem tão feliz assim) deixando para trás um mar de buzinas, engarrafamento e fumaça.

EXPERIMENTE! VÁ DE BIKE!!!

Posted by Picasa

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Arraial do Cabo X Búzios 02


Chegar em Búzios foi um alívio. Da escuridão de uma estrada perigosa para uma cidade amiga da bike. As ruas são bem tranquilas e nas poucas grandes avenidas com muito movimento de carros, há ciclofaixas a disposição do ciclista. Passeamos pela cidade toda para chegar numa das ruas mais chiques do lugar onde amarramos nossas bikes numa grande árvore em uma esquina de grande movimento. Fomos jantar. YES!!!!!! Optamos por um restaurante conhecido no lugar e onde servia-se bons vinhos. Escolhemos um Malbec argentino de excelente custo-benefício e pedimos uma picanha para duas pessoas. Sim, amigos: picanha! e farofa e arrozinho e batata... ai ai... Pena que em um blog sobre bicicletas não caiba entrar em mais detalhes. Mas posso dizer que é ótimo comer sem culpa depois de uma cicloviagem dessas.
Ao término do jantar passeamos mais um pouquinho pela cidade, fizemos umas comprinhas e fomos atrás de uma pousada. Eram mais ou menos 21h, começava a garoar e a ficar mais frio.
No centrinho de Búzios muitas pousadas já estavam lotadas e eram caras. Mas como estávamos de bike saímos um pouquinho do centro (5 min de bicicleta) e encontramos uma pousadinha muito simpática, bem cuidada, e com ar-condicionado, banho quente, TV e café da manhã incluído. R$ 70,00 o casal. Na pousada pudemos estacionar as bikes em local seguro. Não temos fotos da pousada porque a câmera estava completamente sem bateria desde o restaurante.
No outro dia acordamos por volta das 10h da manhã.
O dia estava nublado e chuviscando um pouco. Na madrugada havia chovido bastante segundo me relatou a dona da pousada. Nós não ouvimos nada. Havíamos dormido como os justos! Tomamos nosso café da manhã, sem pressa, curtindo a vista sensacional que você tem do restaurante da pousada. E não tiramos fotos porque ninguém quis descer pro quarto pra pegar a câmera e também para ter uma boa desculpa pra voltar ali.
A volta foi tranquila e feita inteiramente a luz do dia. Não choveu em momento algum e o sol apareceu por entre as nuvens brindando-nos com belas paisagem e ao mesmo tempo sem torrar nossas cabecinhas.
Foi uma viagem para não esquecer e que iremos repetir.

Acesse aqui as fotos do passeio.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

ARRAIAL DO CABO_BÚZIOS_01









Sexta-feira à noite resolvemos, assim, de repente, fazer uma viagem. Por acaso, eu e minha mulher, iríamos trabalhar no fim-de-semana e mais por acaso ainda fomos ambos liberados do batente. Chegando em casa e descobrindo esta feliz e rara coincidência resolvemos ir para Arraial do Cabo e, pela primeira vez, levamos nossas bicicletas.
Já eram sete horas da noite quando resolvemos ir. E tínhamos um problema. Como levar as bikes? tentei achar uma bicicletaria aberta e havia uma no Norteshopping. Eles tinham aquele suporte para carro que leva duas bicicletas mas disseram que não é reconhecido pelo DETRAN e que um guarda rodoviário poderia encrencar. O que é reconhecido pelo DETRAN é o de teto e custa em torno de R$ 700,00. Ainda vou checar melhor estas informações e em breve farei destes bagageiros tema de um post próprio.
Como não dava pra arrumar um bagageiro para bikes a tempo, decidimos levá-las dentro do carro retirando as rodas da frente. O carro é uma UNO e tem cilindro de gás. Deitamos o banco traseiro e com algum malabarismo conseguimos enfiar as duas lá dentro, tentando proteger as partes mais sensíveis das bicicletas.
Quando enfim terminamos tudo fomos comer alguma coisa na feirinha "junina" aqui no Largo do Machado e encontramos uns amigos com quem gastamos um tempinho. Saímos do Rio às 22h rumo a Arraial do Cabo onde chegamos um pouco antes da 1h da manhã de sábado. Até dormir, levamos um bom tempo.
Nossa intenção era levantar às 10h da manhã mas ninguém abriu os olhos antes das 11h e 30min. Conseguimos sair para passear por volta de meio dia e meia, o sol estava alto e forte e demos graças a Deus de ser inverno, se fosse verão não conseguiríamos pedalar a esta hora.
Tínhamos uma meta ousada: Búzios. Ousada não pela distância em si mas pela total falta de conhecimento do caminho e mesmo de experiência em cicloviagens.
Nos mapas turísticos vimos que de Arraial até cabo Frio e de lá a Búzios andaríamos em torno de 35km. Mas os mapas não contam a quilometragem dentro das cidades o que com certeza aumentaria bastante esta distância. Também não conhecíamos o caminho, ou que estradas pegar. Usaríamos o bom senso, e a boca para chegarmos bem.
Partimos. E pegando a estrada de Arraial para Cabo Frio resolvemos parar para pedir informações na saída da cidade no posto de informações para turistas de Arraial. A simpática moça que nos atendeu não sabia dizer qual era o melhor caminho para as bicicletas, nem se havia ciclovias por Cabo Frio. Só sabia que Búzios era muuuuuito longe e que éramos malucos de ir de bicicleta. O guarda que fazia a segurança do local endossou as palavras da moça. Depois de ouvir todos estes incentivos decidimos seguir viagem.
A estrada que liga Arraial a Cabo Frio é linda. Passamos ao lado das dunas e de imensas áreas vazias. Há recantos escondidos para quem passa pela estrada como uma Lagoa imensa e localizada juntinho ao mar numa área ainda muito bem preservada. Foi lá que paramos, descansamos e fizemos algumas fotos.
Em Cabo Frio depois de passar pelo Parque das Dunas, seguimos pela orla passando pela praia do Forte e indo em direção ao centro onde tomamos um fantástico açaí com granola e compramos energéticos em gel que havíamos esquecido de levar. De lá atravessamos a ponte sobre o canal, rumo a Búzios e fomos perguntando qual seria o melhor caminho para lá. Nos indicaram um caminho que passava por dentro dos subúrbios da cidade e que tem uma ciclofaixa imensa muito utilizada pelo povo. Começava a escurecer. Eu fiquei meio preocupado mas a Pat me convenceu a continuar. Pegamos a estrada nova para Búzios e no meio dela a escuridão era total. Ficamos meio apreensivos mas seguimos em frente. No caminho pedimos informações a uma mulher. Ela disse para tomarmos cuidado porque ali havia muitos assaltos e não era bom circular de noite. Mas que Búzios estava chegando e não valia a pena retornar. Seguimos. Deste ponto em diante a estrada ficou realmente perigosa. Escura, de mão-dupla, sem acostamento e esburacada, ali realmente corremos risco e não aconselho ninguém a tentar a façanha.
Mas então... Búzios apareceu.
Amanhã eu conto como foi a segunda parte deste road post.

EXPERIMENTE!